Por que as pessoas comem demais?

por Imprensa Sinasa

O Dr. Arthur Kaufman fala sobre a luta contra os quilos a mais e quer saber: Você já parou para se perguntar se hoje é dia para engordar?

É claro que existem muitos e muitos motivos para se comer “demais”, embora o “demais” seja muito variável de pessoa pra pessoa e dependa também da situação que está sendo vivida por cada um. Por exemplo, se vai ao cinema dentro de um shopping, é bem possível que você seja daquelas pessoas que não vêem “nada demais” em comprar um saco de pipoca e um refrigerante antes de ver seu filme de ação. Parece tão inocente, não é verdade?

Pois é, só que aquele “inocente” saco de pipoca temperado com manteiga pode chegar a te custar até 1.700 calorias, fora o copão de refrigerante, que vai te custar umas 300. Ou seja, 2.000 calorias só em pipoca e refrigerante, e você ainda pretende ter um jantarzinho depois do filme. Será que é dia de engordar? 

O pior é que depois você vai explicar pra sua nutricionista, e também pra você mesmo(a) que mandou pra dentro “apenas” pipoca e refrigerante! Isso mostra como muitas vezes somos inocentes, ou desavisados, ou até mesmo ingênuos. 

As pessoas frequentemente pensam que para engordar é preciso comer feijoada, macarronada, churrascada... e outras “adas”. Mas não é bem assim. Às vezes, mesmo sem estar estressado você enfia o pé na jaca. Imagine, então, se estiver tenso, angustiado, nervoso!

Desde que viemos ao mundo fomos educados e acostumados a nos aliviar do estresse comendo coisas gostosas. Claro, você não vai se acalmar comendo um pratão de agrião ou de rúcula. A nutricionista até diz: “Se estiver com muita fome à noite, coma uma cenoura”. Cenoura? Não sou coelho! Eu vou é comer bolo, talvez bolo de cenoura. Aí sim vou me acalmar. Afinal de contas eu já percebi como os doces me dão tranqüilidade e paz de espírito. 

Sempre foi assim! Em todas as comemorações da minha vida tinha empadinha, croquetinho, pastelzinho... tudo no diminutivo (portanto com poucas calorias), fora o brigadeiro, a língua de sogra, o beijinho... como é que comidinhas com esses nomes tão engraçados podem me fazer mal. 

Os médicos e os nutricionistas são mesmo uns chatos, ficam só me proibindo as coisas gostosas e me mandando comer cenoura. Tenha paciência! Isso se não me mandam também fazer ginástica. Que horror! Ginástica nesse frio? Não é melhor comer fondue?

Pois é, minha gente, agora é o médico falando: nada é proibido (a não ser que você mesmo se proíba). A grande arte é ser moderado, controlando o tamanho das porções, controlando o horário da ingestão e prestando atenção às combinações alimentares que você está fazendo. Por exemplo, que tal no restaurante dispensar o couvert? Além de a conta sair bem mais barata, você se livra daquele excesso de pães, cremes, patês, azeitonas e outras “coisitas”, todas elas muito engordativas. 

Que tal pensar se aquele prato que você pretende pedir é realmente o mais adequado pra você naquele dia, naquela hora, com aquela companhia que está jantando com você.

Que tal pensar se é aquilo mesmo que vai te fazer bem ou se você está apenas querendo se empanturrar pra esquecer as dores ou decepções que você teve naquele dia. Um cardápio equilibrado é um dos fatores de sucesso quando se quer manutenção de peso. 

Outro fator é a prática de atividades físicas: o exercício que você quiser, o exercício que você gostar (tem que gostar de pelo menos um).

E o terceiro fator é o equilíbrio emocional: comer pra viver, e não viver pra comer!

 

Procure o seu médico nutricionista para lhe receitar uma dieta ideal para você emagrecer comendo de forma saudável e segura!

 

Fonte: Dr. Arthur Kaufmam – Docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e coordenador da disciplina de graduação “Psicologia Médica”. Mestre e Doutor em Psiquiatria pela FMUSP. Coordenador do Programa de Atendimento ao Obeso (PRATO) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.

 

Entrevista com o presidente do Sinasa

por Imprensa Sinasa

Sinasa mira beneficiários dos planos de saúde

Com a meta de conquistar clientes insatisfeitos com os planos de saúde tradicionais, o Sistema independente de Saúde (Sinasa) mira no mercado que até março totalizava 43,1 milhões de beneficiários de planos de saúde e encerrou o ano passado comum faturamento de R$ 65,28 bilhões. Os dados são da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A estratégia adotada é uma nova modalidade de saúde privada em que o paciente paga uma anuidade ao Sinasa e um valor menor pelas consultas diretamente ao médico ou ao hospital, seguindo uma tabela do setor.

Criada em 2004 com o apoio da Associação Paulista de Medicina, a empresa é controlada pelo BMG, um dos maiores grupos financeiros do País,e totaliza 40 mil associados cadastrados. A empresa tem 2,5mil médicos cadastrados e cobra anuidade. O paciente paga ao médico o valor do piso da categoria, que, segundo a Sinasa, é de R$ 42. Para falar sobre estes e outros assuntos, o programa “Panorama do Brasil” traz uma entrevista com José Humberto Affonseca, presidente do Sinasa. Parceria do DCI com a emissora TVB e com a rádio Nova Brasil FM,foi apresentado pelo jornalista Roberto Müller e teve a participação de Milton Paes, da rádio Nova Brasil FM, e de Camila Abud, editora de Serviços, de Comércio e do Caderno São Paulo do DCI.

Roberto Müller: Por que o Sinasa irá revolucionar o sistema de saúde?
Humberto Affonseca: Quando criamos o Sinasa,pensávamos muito no modelo de saúde vivida no País. Até 1998, os planos trabalhavam sem nenhum tipo de regulamentação no Brasil.Cada um  tinha um modelo de contrato de prestação de serviço, cada empresa propunha um serviço para o mercado. Naquele ano, a Lei 9.656 regulamentou os planos de saúde em todos os tipos de atividade. A ANS foi criada nessa época para regulamentar os planos de saúde. Ela dizia o seguinte: “Nenhum plano de saúde pode trabalhar sem ter qualquer cobertura, tem de ter todas”. Isso era muito bom para o usuário,mas, por outro lado, um plano de saúde que custava em média R$ 400, passou a custar R$ 700. Isso limitou grande parte o acesso da população a um plano. A partir daí, passamos a ver planos antigos e novos. O primeiro tinha cobertura total e o segundo, não. As empresas  seguradoras, que têm de trabalhar sempre em um processo atuarial, têm de ter um limite em um contrato de seguro,pararam de trabalhar para a pessoa física e passaram a priorizar a pessoa jurídica. E o mercado mudou,caiu muito.Hoje, a grande maioria está em plano de pessoa jurídica.Então como faz um aposentado, aquele cara que trabalhou a vida inteira em algum lugar e tinha o plano de saúde da empresa? Aos 65 anos, o custo do plano de saúde está por volta de R$ 700 ou mais, e ele ganha por volta de R$ 800, que é o preço de uma aposentadoria média no Brasil. Dos22 milhões de pessoas aposentadas no Brasil, cerca de 70% não têm plano de saúde. Há pouco tempo fez 50 anos que o Brasil ganhou a Copado Mundo. Dos 22 jogadores que ganharam a Copa, 17 foram ao presidente Lula pedir plano de saúde.Eles, que eram heróis do País e trouxeram a maior alegria, não tinham plano de saúde.

Milton Paes: As pessoas com mais de 65 anos não são interessantes para os planos de saúde porque usam mais o sistema, e a filosofia dos planos é usar o menos possível. Qual o diferencial do Sinasa dentro desse contexto dos planos?
Humberto Affonseca: No plano de saúde,você paga para ter uma cobertura e paga uma mensalidade, usando ou não. Logo,quanto menos você usar,melhor é para o plano de saúde, e isso é incoerente. No Sinasa é justamente o contrário. Eu sei que o médico quer ter uma relação direta com o seu paciente, até por uma questão ética. O Sinasa não é um intermediário. Eu indico um médico para o paciente,e o paciente paga diretamente a ele. Se o médico mandar fazer um exame, ele o faz, e quanto mais pessoas usarem eu fico feliz, porque o meu serviço está sendo bem feito. Com isso, eu não estou perdendo nem um tostão. O médico está muito feliz porque está atendendo mais pessoas e ganhando mais, o laboratório está feliz porque está prestando serviço direto para o cliente dele e quem está pagando é esse cliente.

Roberto Müller: Qual é a mágica?
Humberto Affonseca: Você faz com que as pessoas paguem direto para todo mundo e todos ficam felizes.Eu não preciso constranger o meu cliente por ele estar usando mais ou menos o plano de saúde, cada um administra a sua conta.

Milton Paes: Se o paciente vai ao médico particular hoje, e não tem Sinasa, nem plano de assistência médica, ele pagará R$150 por uma consulta. Sendo associado da Sinasa, ele pagaria um valor muito menor que o particular. Já o plano de saúde paga ao médico, mas leva dois meses. Explique isso.
Humberto Affonseca: Hoje, 97%dos médicos do Brasil dependem dos planos de saúde para viver porque a grande maioria das pessoas que vão a um médico particular usa um plano de saúde. Em 50 consultas, 3 ou 4 são particulares. Aquelas que ainda não são clientes de planos de saúde poderiam usar um sistema igual ao Sinasa, ao invés de pagar R$400 por mês. E colocariam o dinheiro na poupança. E quando fossem ao médico a cada três ou quatro meses, pagariam R$42 por mês, que é o piso do que cobramos.

Camila Abud: Mas para ser associado ao sistema do Sinasa, paga-se uma anuidade?
Humberto Affonseca: Sim, que equivale a um mês de plano médico. Você paga R$ 396 por ano e tem acesso à agenda do médico, com a qual se escolhe o tipo de especialista, pela internet ou por telefone. É possível saber se ele tem um título de especialista, onde se formou e quanto tempo tem de formação. É um parâmetro para você escolher um médico. Depois disso,o paciente pode ligar para a nossa central ou acessar o nosso site e marcar uma consulta. Ao chegar no médico,você paga os R$
42paraomédico, que é o piso,e 85% dos médicos cobram esse valor.

Camila Abud: Atualmente quantos médicos estão cadastrados e quantos clientes o Sinasa tem?
Humberto Affonseca: São 2,5 mil os médicos e mais ou menos 40 mil os clientes cadastrados no sistema. Percebemos que aqueles dogmas estão começando a ser derrubados. Todo mundo compra plano de saúde por causa do hospital e por causa do grande risco. Hoje uma conta hospitalar pode quebrar uma família, não podemos mentir, mas a grande maioria faz procedimentos de baixo risco. O filho passa mal à noite,fica duas horas no hospital, faz exames, e vai embora para casa. Noventa por cento das pessoas que procuram um pronto-socorro fazem um exame ou uma consulta e vão embora para casa. O Sinasa fez uma parceria com a Bandeirantes Transportes Emergenciais (BEM), que atende 24 horas por dia com um médico ao telefone. Este mês, por exemplo, minha mãe teve labirintite e ligou para o BEM. Um médico atendeu e foi vendo qual a gravidade do assunto, se precisava mandar um médico. Vieram dois paramédicos em ambulância com unidade de tratamento intensivo (UTI) completa. Foram feitos todos os exames para saber se era algo grave. Por fim, ela ficou em casa, porque não precisava ser levada a hospital. Uma senhora de 80 anos de idade levada ao hospital ficaria dez dias internada para fazer exames; e, pelos exames realizados na hora com a ambulância, viram que era labirintite, não precisava de hospital.É assim com89%dos nossos clientes que procuram um hospital: eles ligam, o médico atende, vai à casa da pessoa e resolve o problema.

Roberto Müller: A maioria dos médicos atende através de convênios médicos e planos de saúde. Eles obtêm mais lucro, se possuírem a parceria da Sinasa, do que teriam do convênio com os maiores planos do Brasil? Quanto os planos pagam atualmente?
Humberto Affonseca: Na verdade, o mercado é livre. Cada plano de saúde paga conforme a negociação realizada com os médicos credenciados. Os convênios pagam de R$ 20 até mais de R$ 40 reais nos planos médios. Existem planos de primeira linha, de alto nível, que pagam até R$ 150 reais, mas isso é o topo da linha. A grande maioria paga o valor médio, e com isso eles têm um prazo para efetuar esse pagamento, que demora em torno de dois meses. Por fim, o que existe é o seguinte: quando o médicos e forma,faz uma série de juramentos importantes e entre eles destaco o que diz que não é permitido se ater a interferências entre médico e paciente. Esse regulamento está diretamente ligado à filosofia da Sinasa,que também não interfere na relação entre médico e paciente, pois não paga a conta, então o paciente tem o direito de escolher seu médico, quem irá atendê-lo, quem irá realizar uma cirurgia. Todos têm direito de saber quando o médico se formou, em que universidade, qual título de especialista possui. O cliente escolhe o profissional que melhor lhe agrada e paga diretamente a ele.

Camila Abud: Para a classe médica é importante essa parceria, pois o profissional recebe na hora a consulta do cliente, que por sua vez tem uma economia e uma segurança não habituais. O consumidor também recebe um atendimento mais rápido se comparado ao de um convênio, que em alguns casos chega a marcar uma consulta com intervalo de 3 a 4 meses; sem contar a espera do paciente até que o plano de saúde a aprove. O Sinasa atrai empresas interessadas em parcerias?
Humberto Affonseca: Esta é uma relação muito interessante. Quando me referi à lei para a pessoa física, ela possui uma série de coberturas. Quando falamos de pessoas jurídicas, não existe essa  determinação, mas sim um acordo entre as empresas.Atualmente, a grande maioria das empresas operadoras de saúde, que englobam asseguradoras de saúde e os próprios planos, trabalham da seguinte forma: com pequenas, médias e grandes empresas, propõem-se a atender os funcionários da empresa. Com isso, a empresa passa a operadora da faixa etária de seus subordinados, e com base
nisso é determinado o valor por vida. E caso ocorra uma alteração na utilização, quem paga a conta? Vou citar um exemplo: uma empresa possui 100 funcionários, para cada um é pago o valor de R$ 100. Além disso, existe uma cobrança chamada taxa de sinistralidade, que a operadora obriga o empresário a pagar. Isso significa que, caso a empresa utilize mais de 70% do total pago, ela irá arcar com os custos acima disso. Então, o responsável pela conta é a empresa contratante, que,mesmo senão usar os R$ 100, ainda assim pagará o valor total. No Sinasa a história é diferente: se a empresa utilizar R$ 70 reais ela paga só isso, não os R$ 100. E se ultrapassar, ela paga o que consumir. Isso é mais justo, pois não ganhamos na utilização.

O nosso serviço é um sistema independente e único,em que oferecemos a ele um software no qual é possível colocar todos os agendamentos de seus funcionários, consegue acompanhar quem está
marcando uma consulta e, com isso, reduz uma série de problemas na empresa, pagando um valor justo. Portanto,não ganhamos um percentual sobre a utilização, ganhamos uma anuidade.

Camila Abud: Mas não faz parte de uma cultura a questão de convênios médicos? Essa é a maior barreira que vocês têm de enfrentar? Isso em relação ao cliente, não aos médicos.
Humberto Affonseca: Essa é a nossa maior barreira,é um paradigma. Nos últimos 40 anos, as empresas de planos de saúde foram os maiores anunciantes do Brasil. Comentava-se: “Um dia na UTI é um ano no plano de saúde, faça ainda hoje o seu”. Vendeu-se a idéia, aos brasileiros, de que era fundamental ter um plano. Todos os meios de comunicação estavam abarrotados de anúncios de planos de saúde, com helicópteros e apartamentos modernos. Mas quantas pessoas usaram os helicópteros? Menos de 0,1%, de um milhão de usuários. Logo, nestes quarenta anos, todo mundo comprava com base nas propagandas. Por isso desenvolvemos um negócio diferente e democratizamos esse serviço, demos uma opção para o cliente escolher. Nos hospitais, a história é a mesma. Eles trabalham com um número muito grande de pacientes com plano de saúde, por isso, quando recebem um cliente particular, não sabem como atendê-lo. Na grande maioria dos casos, quem paga a conta é o plano. Isso ficou conhecido como cheque em branco, pois chega um indivíduo no hospital com certa urgência e tudo que for preciso usar para curá-lo será disponibilizado. Entretanto, o plano de saúde fará uma auditoria para verificar os custos sobre aquela conta, o que é uma ação normal. No Sinasa, isso é um pouco diferente, nós não fazemos nenhum procedimento de emergência no hospital, apenas indicamos o procedimento eletivo, que representa 75% dos apartamentos em hospitais do Brasil. Ou melhor, você vai ao médico e descobre que está com um problema e ele sugere uma cirurgia. Você liga para o Sinasa, que lhe recomendará os hospitais que fazem a cirurgia necessária. Isso é um procedimento eletivo. Um outro exemplo: caso o paciente precise realizar um parto na cidade de São Paulo, o valor ficaria por volta de R$ 5 mil. No particular, ficaria mais ou menos o dobro desse valor. Mas, se o problema for pedra no rim, no Sinasa você pagaria R$ 3,2mil, e por conta própria é o dobro disso.Então o paciente tem a opção de mais de mil procedimentos eletivos, que o nosso cliente paga direto ao hospital.

Camila Abud: Você tem alguns índices do setor médico em relação a internações, ou quantos exames são realizados anualmente, o valor gasto e a comparação entre os planos médicos e o Sinasa?
Humberto Affonseca: A Agência Nacional de Saúde é que organiza todos esses números aqui no Brasil. Segundo ela, 5,7 das consultas realizadas pelo brasileiro por ano são feitas através dos planos de saúde, além de oito exames e uma internação a cada dez anos. Esta é a média de uso. Dos nossos 40 mil usuários, a média de uso é de 1,5 consulta por ano, porque existe o fator inibidor que é o pagamento da consulta. Os planos estão sendo penalizados pelo fato de o brasileiro achar que não paga nada pela consulta porque existe o uso indevido.Se compararmos,há 10 anos, faziam-se 2 ou 3 consultas por ano, agora esse número subiu para quase seis. Como no Sinasa você só paga os R$ 42, fechamos com esse numero de 1,5por ano.Portanto, se hoje uma pessoa guardasse R$ 200 por mês, que é o valor que se paga em um plano de saúde, e colocasse em uma aplicação de1% ao mês, ela teria, ao final de um ano, R$ 1,9 mil. Em 30 anos esse número saltaria para R$ 2,8 milhões. Não conheço ninguém que tenha R$ 2,8 milhões guardados em um banco para usar com a saúde. Logo, a proposta não é solucionar os problemas do universo, mas oferecer uma alternativa inteligente, em que a pessoa tem o direito de escolher.

Fonte: Jornal DCI
www.dci.com.br

Sinasa estabelece aliança com a Age Mais e quem ganha é você!

por Imprensa Sinasa

O Sinasa, sistema independente de saúde, acaba de anunciar uma grande parceria com a Age mais, que irá oferecer diversos serviços com valores especiais para todos os seus associados. A Age mais é uma clínica geriátrica especializada que oferece uma série de serviços inovadores e diversificados aos seus clientes, atendendo com altíssima qualidade ao público da maturidade.

Situada na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, no Ibirapuera, a clínica oferece uma excelente e completa infra-estrutura, propiciando uma surpreendente variedade de opções e muito conforto aos seu clientes.

Com arquitetura moderna, seu espaço inclui auditório multimídia para mais de 100 pessoas, sala de informática, sala de atividades físicas, atelier, cozinha gourmet, salas de oficinas e aulas, consultórios, praça e jardim de convivência com lanchonete.“Não adianta viver mais, tem que se viver melhor”. É com este lema que a Age Mais oferece uma infinidade de serviços voltadas à cultura, ao lazer e à saúde, que ajudam a desenvolver e exercitar conhecimentos e habilidades.

Além de consultas com especialistas na área de geriatria, nutrição e fisioterapia, o espaço oferece aulas de dança, ginástica, artesanato, saúde espiritual, biopilates, condicionamento físico e muito mais.O que antes era acessível somente a públicos com alto poder aquisitivo agora será disponibilizado com grande economia:  Uma consulta geriátrica, que custa em média R$300 para o atendimento particular, será disponibilizado por apenas R$84,00; Já a consulta com nutricionista e fisioterapeuta especializados em terceira idade, que normalmente custaria cerca de R$150,00 cada, será oferecido por apenas R$25,00. (valores exclusivos para clientes Sinasa).

E não para por aí! Para celebrar a grandiosa união, a Age Mais estará oferecendo Avaliações físicas, avaliadas em R$400, totalmente gratis para os primeiros 500 associados que ligarem e agendarem seu atendimento na central de atendimento do Sinasa. Cada avaliação é composta por um conjunto de consultas abrangendo geriatria, nutrição, fisioterapia e psicologia, que resultarão em uma análise completa e criteriosa. O paciente receberá um relatório comentado, que poderá ser utilizado por seu médico particular, auxiliando-o em seu parecer.  A promoção é válida apenas para associados Sinasa com mais de 50 anos.

As avaliações podem ser agendadas através da central de atendimento Sinasa, pelo telefone (11) 3188-4499 ou através do nosso site, na área de clientes.

Ligue agora mesmo e marque sua consulta!

Uso de antidepressivos em jovens e adolescentes

por Imprensa Sinasa

Por Profa. Adriana Cristina Soares de Souza, doutora em Farmacologia pela UFMG e professora de Farmacologia do Curso de Farmácia do Centro Universitário Newton Paiva

Como professora universitária tenho a oportunidade de conviver com adolescentes e estou assustada com o uso cada vez maior, e ás vezes indiscriminado, de antidepressivos nessa faixa etária. A depressão, principalmente a endógena, também chamada de depressão maior é uma doença que realmente necessita de tratamento farmacológico e psicoterápico. Porém, é preciso deixar claro que tristeza é diferente de depressão, estar profundamente triste, chorar, sentir frustração nem sempre é estar deprimido.

Em relação ao tratamento da depressão várias questões me preocupam, uma dessas está relacionada com a crescente participação de clínicos gerais na prescrição de antidepressivos. Não que o clínico geral ou um pediatra não possam prescrever antidepressivos para as crianças, adolescentes e adultos. A prática é corriqueira e legalmente aceita no Brasil e em outros países. A questão é se esses médicos realmente possuem as ferramentas necessárias para se fazer um diagnóstico e um ajuste de dosagem, o que muitas vezes pode levar a uma prescrição desnecessária e/ou uma dose incorreta de antidepressivos. Uma outra questão está relacionada com o tratamento, sendo feito apenas com o antidepressivo, que muitas vezes melhora os sintomas depressivos mas não trata a causa real da depressão, a qual será trabalhada na verdade com o acompanhamento psicoterápico. Por isso, muitas pessoas não conseguem parar de usar o antidepressivo.

Apesar dos avanços no tratamento farmacológico e a descoberta de novos fármacos, quando um medicamento é prescrito sempre deve ser feito a  avaliação do benefício e dos efeitos colaterais desse medicamento. Em meados dos anos 80 e início dos anos 90 surgiram no mercado os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (fluoxetina, paroxetina) que logo substituíram a geração anterior de antidepressivos, os tricíclicos (amitriptilina, nortriptilina), na preferência de pacientes e médicos por apresentarem menos efeitos colaterais, como distúrbios cardiovasculares.

Contudo, o FDA - agência Norte Americana que regula a eficácia e segurança de medicamentos - e posteriormente a ANVISA divulgaram um alerta de saúde pública, chamando atenção para um aumento do risco de suicídio (pensamento ou comportamento suicida) em crianças e adolescentes que fizeram uso dessa nova classe de medicamentos. Até que ponto os inibidores seletivos da recaptação de serotonina são vantajosos em relação aos outros tipos de antidepressivos? Certamente não deveriam ser recomendados com a mesma segurança anterior, especialmente para pacientes jovens. No entanto o que me chama a atenção é que a maioria dos adolescentes que fazem uso de antidepressivos utilizam essa classe de medicamentos. Isso é uma prova de que esses medicamentos têm sido prescritos em demasia entre jovens e adolescentes, muitas vezes para tratar quadros de tristeza e ansiedade ditas fisiológicas ou que fazem parte do próprio crescimento e desafios humanos, para os quais o limite entre os riscos e os benefícios é incerto.

Em conclusão a banalização do uso de antidepressivos é uma realidade, o ser humano precisa entender que a tristeza é diferente de depressão. Tristeza ou alegria são sentimentos normais que fazem parte da vida e do nosso próprio amadurecimento, enquanto a depressão, corretamente diagnosticada, é uma doença séria e precisa ser tratada com responsabilidade.

O Nutricionista no século XXI

por Imprensa Sinasa

Por Drª Carla de Oliveira Barbosa Rosa, Coordenadora do Curso de Nutrição do Centro Universitário Newton Paiva

As áreas de atuação do nutricionista aumentaram consideravelmente com a globalização. A profissão, que nasceu de um caráter assistencialista, chegou ao século XXI inserida em diversos segmentos de ação e na busca de formas para aumentar a sobrevivência e longevidade do homem. Cresceu, assim, a atuação desse profissional em equipes multidisciplinares, tendo como objetivo a melhoria de qualidade da alimentação oferecida e a prevenção de doenças, sempre tendo em vista o bem estar do indivíduo e da comunidade.

No século XXI, o nutricionista ganhou visibilidade e é uma referência muito importante na promoção da alimentação saudável. Um exemplo pode ser citado referente à nutrição do atleta, onde é imprescindível o acompanhamento de um nutricionista para acompanhá-lo desde questões como hidratação até a prescrição de dietas e suplementos alimentares, fazendo diferença no seu desempenho físico e na sua capacidade de atingir metas.

Além de integrar diversos grupos de pesquisa, principalmente relativos aos alimentos com alegação de propriedades funcionais e fitoterapia, o nutricionista está inserido em diversos ambientes, como ambulatórios, clínicas, hotéis, spas, creches, escolas, lactários, buffets, academias de ginástica, vigilância sanitária, restaurantes comerciais e industriais, clubes esportivos, empresas fornecedoras de cestas básicas, empresas produtoras de alimentos, lojas especializadas em produtos nutricionais, bancos de leite humano, etc.

Por fim, o mundo atual exige nutricionistas que sejam capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação quanto na sua prática, com compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz. Além disso, devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores e líderes na equipe de saúde.

Catarata: uma doença curável

por Imprensa Sinasa

Por Dr. Liang Shih Jung, Médico Chefe do Setor de Catarata do Hospital Medicina dos Olhos (rede credenciada Sinasa)

Dentro dos nossos olhos há uma espécie de lente, natural e transparente, chamada cristalino. Quando essa lente se torna opaca, surge a Catarata – nome originado do grego e que significa “queda de água branca”, pois a visão com catarata é semelhante ao que vemos quando olhamos através de uma queda d´agua.

Os principais sintomas de catarata são visão borrada, turva ou dupla, sensação de ofuscamento ou mudanças muito freqüentes de grau em intervalos curtos de tempo (meses).

Sua forma mais freqüente é relacionada à idade, mas podemos encontrá-la em crianças, diabéticos e portadores de outras doenças – resultado de um trauma ocular ou por uso de certos medicamentos.

A exposição constante à radiação do sol também pode levar à formação de catarata. Por isso, é recomendado o uso de óculos escuros com filtro de raios ultravioleta para prevenir o surgimento da doença.

Tratamento

A catarata é, hoje, a principal causa de cegueira no mundo. No entanto, há uma diferença importante em relação a outras doenças oculares: ela pode ser reversível por meio de cirurgia - única forma de tratamento definitivo para o problema.

A cirurgia, quando recomendada, consiste em remover a catarata e implantar uma lente intraocular artificial em seu lugar. Esse procedimento é denominado Facoemulsificação, na qual uma sonda de ultrassom é introduzida no olho, por meio de uma incisão menor que 3 milímetros, para quebrar, derreter e aspirar a catarata. Na maioria dos casos, a cirurgia é concluída sem sutura no olho. Não existe cirurgia de catarata com raio laser.

Na cirurgia, o implante de lentes intra-oculares substitui a função do cristalino, fornecendo visão nítida, dependendo das necessidades e anseios dos pacientes. Graças às recentes pesquisas, hoje existem lentes que, além de resolver o problema da catarata, também ajudam a eliminar, por exemplo, o astigmatismo; lentes multifocais, que permitem ótima visão para longe e perto sem necessidade de óculos; e modelos que protegem o olho dos raios ultravioleta do sol, prevenindo danos em outras estruturas do olho, como a retina.

O procedimento é realizado com anestesia local, dura aproximadamente 20 minutos e o paciente tem alta dentro de 2 horas, podendo retornar à sua atividade profissional após dois ou três dias, de acordo com orientação médica. Ainda assim, é fundamental que faça o uso correto de colírios pós-operatórios e observe algumas limitações nas atividades físicas.

No entanto, nem todo paciente precisa passar por tratamento cirúrgico. Algumas cataratas, encontradas em consultas de rotina, não pioram a visão ou causam qualquer tipo de desconforto. Nesses casos, apenas o acompanhamento periódico com a troca dos óculos ou lentes é o suficiente. Quando a visão começa a piorar mesmo com o uso dos óculos, a cirurgia passa a ser considerada.

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Segurança na saúde: respeito ao paciente em primeiro lugar

por Imprensa Sinasa

Por Luiz Adelmo Lodi, oncologista e diretor da Oncomed

Uma das maiores preocupações dos profissionais que atuam na área de saúde - médicos, enfermeiros, farmacêuticos, entre outros - tem sido trabalhar de forma segura. Na área da oncologia (tratamento de câncer), isso significa estabelecer métodos de controle de erros - a que todos os seres humanos estão sujeitos - e assim oferecer aos pacientes e aos profissionais de saúde, segurança na prescrição, aplicação e recebimento de tratamentos.

Nos Estados Unidos, os números publicados pelo Departamento de Saúde desde 1997 são alarmantes. Segundo as estatísticas norte-americanas, considerando as 33,6 milhões de admissões hospitalares no país naquele ano, cerca de 98.000 óbitos teriam ocorrido por erros dentro dos estabelecimentos hospitalares. Só em falhas na administração de medicações, por exemplo, estejam os pacientes internados ou não, estima-se que o número de óbitos ultrapasse os sete mil por ano.

Não há como quantificar o que essas perdas significam do ponto de vista humano. Mas sua amplitude tem certamente um efeito avalanche sobre o sistema de saúde. No âmbito financeiro, há aumento de custos. Ocorrem ainda: queda na credibilidade do sistema pelos pacientes; insatisfação gerada aos profissionais de saúde e aos próprios pacientes; desconforto físico e psicológico secundários a uma maior internação ou às seqüelas.

Os esforços de melhoria nas condições de segurança exigem empenho das equipes e investimento das empresas de saúde e, portanto, encontram resistência em boa parte desse mercado. Impulsionado por tais demandas, o Ministério da Saúde fomentou a criação da Organização Nacional de Acreditação (ONA), para que se criassem as políticas para a Acreditação Hospitalar no Brasil e que se padronizasse a prestação dos serviços de saúde com garantias de qualidade, redução de custos e dinamização de processos.

A Acreditação da ONA traz para a saúde o que já se tornou rotina em diversos setores da economia, que buscam a certificação da qualidade através de selos como ISO e PNQ, por exemplo.

O processo de gestão da qualidade nas organizações de saúde reforçou a convicção sobre a necessidade de instituir formas seguras de controlar os riscos, reduzindo a possibilidade de erros.

Neste sentido, a tecnologia da informação já oferece contribuições significativas, como um software que gerencia a informação hospitalar e proporciona uma integração entre o consultório médico, a enfermagem e a farmácia, harmonizando e estimulando o trabalho da equipe. Mas, mais do que isso, o programa gera uma identificação eletrônica de profissionais, pacientes e medicamentos, feita através de um palmtop e códigos de barras, garantindo uma checagem mais rigorosa da prescrição e aplicação de medicamentos – além de arquivar informações detalhadas dos procedimentos realizados e assegurar a rastreabilidade dos processos. É a tecnologia a serviço da saúde e do bem estar públicos.

O resultado da implantação dessas ferramentas tem sido a melhoria na qualidade da prestação dos serviços, com aumento do controle sobre os procedimentos – permitindo assim uma análise mais precisa dos indicadores e facilitando a gestão da saúde.

Para os pacientes, esse novo método de segurança tem promovido uma tranqüilidade maior na realização de tratamentos.

Para nós, profissionais da saúde, a tecnologia tem sido uma aliada da consciência, na medida em que atua como uma segunda checagem e pode despertar-nos diante da possibilidade de falhar, inerente à nossa condição humana, permitindo-nos agir dentro de nossa própria expectativa: "Primeiro, não causar sofrimento", o mais importante e conhecido juramento de Hipócrates.

Carnaval, samba e sexo seguro

por Imprensa Sinasa

Por Leandro Alves Gomes Ramos, oncologista da Oncomed (Centro de Prevenção e Tratamento de Doenças Neoplásicas)

 

Está chegando a hora da folia nacional. As marchinhas do Carnaval já começam a ecoar nas esquinas do país. Quem pretende cair na farra não deve deixar de fora a serpentina, o confete e a camisinha. O preservativo é a garantia de que a alegria continue depois do feriado. Afinal, além de método contraceptivo é a melhor maneira de se manter livre das doenças sexualmente transmissíveis.

Estudos recentes mostram uma forte ligação entre a infecção genital pelo papiloma vírus humano (HPV) e o câncer de colo uterino. O HPV está presente em mais de 99% das células destes tumores. Existem mais de 200 tipos de HPV, aproximadamente 15 deles são considerados de alto risco e estão relacionados com o câncer de colo uterino. A transmissão do HPV genital ocorre através da relação sexual, ou através do contato direto com a pele contaminada. Por este motivo, o uso de preservativo na relação sexual diminui o risco desta transmissão, conseqüentemente, reduzindo também a incidência do câncer de colo uterino.

A infecção pelo HPV é muito comum, cerca de 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas. Estudos epidemiológicos mostram que apenas uma pequena fração (entre 3% a 10%) das mulheres infectadas com um tipo de HPV de alto risco de câncer desenvolverá câncer de colo uterino. Ainda assim, o câncer de colo uterino é uma doença de alta prevalência no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no ano de 2008, a taxa de incidência desta doença no Estado de Minas Gerais foi de 13,8 novos casos para cada cem mil mulheres. No Brasil, o câncer de colo uterino é a quarta causa de morte por câncer em mulheres. A sua incidência torna-se evidente na faixa etária de 20 a 29 anos e o risco aumenta rapidamente até atingir seu pico, geralmente, na faixa etária de 45 a 49 anos.

Foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos de HPV mais presentes no câncer de colo uterino (HPV-16 e HPV-18). Mas o real impacto da vacinação contra o câncer de colo uterino só poderá ser observado após décadas. Há duas vacinas comercializadas no Brasil, porem não disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mais importante que a vacinação são os exames anuais de detecção precoce do câncer de colo uterino, Papanicolaou, e o tratamento precoce das lesões com alto risco de malignidade. Estes métodos reduzem significativamente a mortalidade por câncer de colo uterino. Apesar das várias campanhas educativas realizadas no Brasil pelo Inca, grande parte de nossa população ainda está fora do alcance deste exame e muitas vezes o diagnóstico é realizado apenas quando a mulher apresenta sintomas de doença avançada - tais como sangramento vaginal e dor - tornando assim o tratamento menos eficaz.

Portanto, mais do que nunca, neste Carnaval a população não deve se esquecer que o sexo seguro é a melhor maneira de se proteger contra o HPV e das demais doenças sexualmente transmissíveis. 

DIFICULDADES DE APRENDIZADO

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O ALUNO COM DIFICULDADES ESCOLARES

Você sabia que muitas dificuldades que as crianças apresentam em sala de aula têm sua origem numa deficiência da escuta? A criança desatenta, que começa a distrair-se ao brincar com o coleguinha ao lado, pode apresentar uma deficiência na sua curva auditiva. Essa dificuldade a levará a dispersar-se, pois não está integrando a matéria como as outras crianças. A medida que o cotidiano lhe parece desinteressante, ela desencaminhará outras colegas. E provavelmente ela não terá uma resposta satisfatória na leitura, pois a letra também é um som a ser captado pelo ouvido e decodificado pelo córtex auditivo. Poderá trocar as letras muitas vezes sendo considerada como disléxica, apresentará também problemas na escrita, terá erros de ortografia e com o passar do tempo vai perdendo a motivação para acompanhar os estudos. Esse aluno nas primeiras séries é visto como levado, distraído e preguiçoso. Entre a 3ª e 5ª séries geralmente passa por repetências e torna-se um aluno problema, com dificuldades escolares difíceis de serem superadas. Para você, professora, seria fácil detectar esta dificuldade de escuta e atenção nas primeiras séries e encaminhá-lo para um exame psico-fono-audiológico. O aluno seria avaliado em relação à audição, escuta e concentração. Hoje já temos a possibilidade de resolver o problema de escuta na sua origem. Com utilização do aparelho "Ouvido Eletrônico" desenvolvido pelo médico francês Dr. Alfred Tomatis, estimulamos o ouvido através da música clássica. Assim possibilitamos a melhora da sua função de escuta, da discriminação dos sons e da lateralidade auditiva. Estes aspectos são fundamentais para o desempenho da leitura, para o reconhecimento das letras e a compreensão de textos. Na Primeira Fase do Método propomos sessões de escuta das músicas, alteradas com filtros eletrônicos, invenção extraordinária do Profº Tomatis, acompanhadas de atividades como jogos, desenhos, pinturas e quebra-cabeças, desenvolvidas na presença da terapeuta. Na Segunda Fase, propomos palavras e frases a serem repetidas com o uso do microfone, que age como orientador progressivo para a escuta ideal, desenvolvendo o auto-controle pelo ouvido direito. Com a Terapeuta os pais podem dialogar sobre as dificuldades e progressos alcançados pelo seu filho e observados nos testes de escuta. Os resultados que tem sido verificados atingem diversas áreas, tais como: atenção, memória, autonomia, expressão oral, ortografia, leitura, grafismo, compreensão, comportamento, relacionamento e motivação para aprender. Cada uma dessas áreas é fundamental para o estudo do 1º e 2º Grau. O Método Tomatis impulsiona o aluno ao estudo de todas elas, elevando o seu desempenho, criando o bom-aluno. 

Carmem  Leonor M.Monteiro- CRP 11 531
responsável pelo Método Tomatis no Brasil
com especialização no Centro Tomatis de Paris

 

Câncer de Próstata

por Administrator

O câncer da próstata atinge 1 a cada 6 homens, e a incidência é maior nas idades mais avançadas. O homem, a partir dos 40 anos, deve consultar o Urologista de rotina, e iniciar seus exames de avaliação da próstata. Os exames mais indicados são a dosagem sanguínea do PSA, e o exame de ultra-sonografia. A dosagem anual do PSA é importante, pois seu aumento pode indicar a presença de tumor. A ultra-sonografia pode ser realizada pelas vias abdominal ou retal. A ultra-sonografia pela via retal é um exame que pode demonstrar tumor maligno da próstata ainda no seu início, a partir de 2 a 3 mm. Se houver suspeita de carcinoma da próstata, o Urologista pode pedir biópsia da próstata pela via transretal. O exame pode ser realizado com analgesia local, ou com sedação, com anestesista. A biópsia não precisa ser realizada em hospital. É um procedimento seguro, com 15 a 20 minutos de duração inclusive com sedação, no qual são retirados pequenos fragmentos da próstata (média de 12), que serão analisados pelo setor de Anatomia Patológica, que em poucos dias vai emitir um relatório, com o diagnóstico.A decisão do tipo de tratamento, caso o detectado no início, é acima de 90%, e por isso, a detecção precoce é a meta que precisamos atingir para o sucesso do tratamento, e a cura.
Texto do Dr. Joel Schimillevitch (Oncologista e diretor do Centro de Diagnóstico Schmillevitch)

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