O Hospital viValle, que faz parte
da rede credenciada do Sinasa, tem uma preocupação constante na preservação do
meio ambiente. Por este motivo adota uma série de medidas consideradas verdes. O
novo projeto, que já está em andamento, é a substituição em etapas da iluminação
do hospital por lâmpadas de LED, que além de durar mais economizam energia. Uma
lâmpada LED consome 80% menos energia se comparada a uma lâmpada incandescente.
Além disso, o viValle possui um
Plano de Gerenciamento de Resíduos, que engloba ações de tratamento de resíduos
químicos, acondicionamento e destinação adequada para materiais cortantes e
contaminados, reciclagem, entre outros. O viValle tem ainda sistema de
aquecimento solar, que supre 40% da necessidade de água quente de todo o
Hospital. Já está em estudo a ampliação deste sistema, que irá reduzir ainda
mais o uso da energia elétrica para este fim.
O pavimento externo também segue a
linha ecológica, já que é todo feito com bloquetes intercalados, que não
impermeabilizam o solo, facilitando que a água da chuva volte para o lençol
freático.
Quatro em cada dez mulheres acreditam que as pílulas anticoncepcionais afetam positivamente sua vida sexual, segundo pesquisa da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), divulgada nesta terça-feira (13).
Uma em cada três mulheres diz que o uso do anticoncepcional fez com que elas aumentassem a frequência das relações sexuais, e o mesmo número se mostra mais satisfeita quando faz sexo.
“A libido feminina depende de muitos fatores, não é tão simples como a do homem. Tem a influência da testosterona, mas também é muito importante como a mulher se sente. E as pílulas têm outros benefícios, além de proteger contra a gravidez, aumentando a autoestima da mulher, com a melhora da pele e cabelo e menores variações de humor, por exemplo”, explica o ginecologista Gerson Lopes, presidente da Comissão Nacional de Sexologia da Febrasgo.
A pesquisa ouviu 500 mulheres entre 15 e 45 anos de cinco capitais do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre), em maio de 2009.
Pode-se perceber aspectos regionais como o tempo de uso da pílula. No Rio de Janeiro e Porto Alegre a maior parte das mulheres usa o contraceptivo por mais de 10 anos, já em São Paulo, Recife e Belo Horizonte, o uso se concentra em até 5 anos.
De acordo com a Federação, a pílula é o método contraceptivo mais usado no país e 70% das mulheres ouvidas não pretendem mudá-lo, sendo que 86% nem sequer pensam em parar de usar o medicamento.
A grande maioria conhece outros métodos contraceptivos como camisinha masculina (93%), DIU (81%) e camisinha feminina (72%). Apesar disto, pílula do dia seguinte (11%), cirurgia de ligadura de trompas (11%), adesivos (9%), vasectomia (9%) e anel vaginal (8%) são pouco familiares ao público.
O projeto R.O.S.A. (Resultados e Opiniões sobre Saúde e Anticoncepcional) da Frebrasgo pretende ouvir mulheres sobre sua relação com os anticoncepcionais para melhor formar os médicos ginecologistas.
Fonte: UOL Ciência e Saúde
Doença assintomática que atinge um terço dos brasileiros pode ser controlada
Uma das maiores preocupações das autoridades médicas, a hipertensão, será lembrada no próximo dia 26 de abril. O cardiologista Marcos Bubna, do Hospital Cardiológico Costantini, de Curitiba, lembra que nesta data lembrar de prevenção e cuidados com a doença serve de alerta para que a população preste mais atenção na saúde. Mas, por que tanta preocupação com o problema? Ele sugere alguns bons motivos para que as pessoas fiquem atentas à popularmente conhecida como pressão alta.
Você sabia no mundo são 600 milhões de hipertensos segundo a Organização Mundial da Saúde? Apesar de perigosa e atingir 30% da população brasileira, chegando a mais de 50% na terceira idade, segundo dados da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), na maioria das vezes é assintomática? De acordo com a SBH, outro agravante é que a hipertensão está presente em 5% dos 70 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. Entre os fatores de risco para mortalidade, a hipertensão explica 40% das mortes por AVC e 25% daquelas por doença coronariana. Anualmente, quase trezentas mil pessoas morrem no Brasil de doenças cardiovasculares, mais da metade decorre da pressão alta. Dados sobre mortalidade, mais atualizados do Ministério da Saúde (2004), revelam que há 265 mil mortes por doenças do aparelho circulatório. Metade está relacionada à hipertensão não-controlada.
O cenário preocupa tanto em países desenvolvidos quanto nos demais. Embora possa ocorrer em qualquer pessoa, é mais severa em pessoas da raça negra, mais suscetível em pessoas obesas e sua incidência aumenta conforme a idade. A Sociedade Brasileira de Hipertensão recomenda que hipertensos devem fazer a verificação da pressão constantemente para o controle adequado da doença. Também sugere-se que crianças a partir dos 3 anos de idade sejam monitoradas com regularidade.
Causas e prevenção
Os critérios médicos que definem a hipertensão são quando o paciente apresenta pressão arterial acima dos 140 por 90 mmHg. Na verdade, qualquer resultado acima de 120 por 80 mmHg já requer mais cuidados.
Os vilões da pressão arterial são obesidade, estresse prolongado, vida sedentária, diabetes, predisposição hereditária e excesso na ingestão de álcool ou de sal na dieta diária. A medida máxima recomendada pelos médicos é de uma colher de chá rasa de sal nos alimentos. Sugere-se ainda não levar o sal à mesa, evitar alimentos e temperos enlatados, embutidos e industrializados.
Para prevenir é necessário reduzir o sal da alimentação, mudar o estilo de vida, parar de fumar, moderar o consumo de bebidas alcoólicas e praticar exercícios físicos aeróbicos. Em alguns casos, que só podem ser diagnosticados por um especialista, o controle precisa ser feito com auxílio de medicamentos.
Curiosidade
Uma curiosidade comum nos consultórios pode detectar o problema em quem na verdade pode ser saudável. Você já ouviu falar em síndrome do jaleco branco? Marcos Bubna explica que pelo menos 20% da população se enquadra neste caso de pressão arterial elevada apenas quando está diante do médico. "É um aumento reacional causado pelo estresse que algumas pessoas sentem ao entrar em um consultório. O estresse libera dois hormônios que colaboram no aumento da pressão arterial - a adrenalina, que faz acelerar o coração e contrair as artérias, e o cortisol, que aumenta a retenção de água e sal pelo organismo", completa Bubna.
Por isso, quando um paciente apresenta hipertensão na primeira medida em consultório, várias outras medições devem ser feitas ao longo da consulta. "Havendo suspeita de hipertensão do jaleco branco, o ideal é fazer o acompanhamento por meio de um aparelho que fica conectado ao paciente durante 24 horas, fazendo medições freqüentes", diz o cardiologista.
O médico alerta que alguns remédios podem colaborar no aumento da pressão arterial - especialmente os corticóides, anti-inflamatórios, anticoncepcionais e anorexígenos. Os corticóides, por exemplo, aumentam a retenção de líquido e de sal no organismo, o que pode elevar a pressão arterial", afirma o cardiologista. "Isso não significa que os hipertensos não possam ser tratados com tais medicamentos. Trata-se de um alerta para que, em hipótese alguma, as pessoas consumam remédios de forma indiscriminada e sem acompanhamento médico", conclui.
Fonte: Agência Maxpress
Até 2015, 700 milhões de pessoas terão problemas de audição no planeta.
Estudos recentes revelam que o problema da saúde auditiva cresce a cada dia no Brasil e no mundo.
Dados do British MRC Institute of Hearing Research, do Reino Unido, mostram que hoje mais de 560 milhões de pessoas sofrem de problemas auditivos no planeta, número que deve chegar a 700 milhões em 2015 e 900 milhões em 2025. No Brasil, são 9 milhões de pessoas que precisam de assistência auditiva. Dos 3,1 milhões de brasileiros nascidos a cada ano, menos de 10% passam por avaliação de surdez.
De acordo com especialistas, além da genética, idade e saúde em geral, fatores como exposição ao ruído, estresse, situação socioeconômica e alimentação, bem como bebida e cigarro, contribuem para a perda da audição. "Esses números são um alerta para que as pessoas cuidem melhor da audição, um bem que deve ser preservado por toda a vida. A perda auditiva é irreversível, por isso a prevenção é tão importante. Vale ressaltar que 90% das perdas nos adultos são decorrentes ou agravadas pela exposição ao ruído", comenta a Presidente da Academia Brasileira de Audiologia (ABA), Maria Cecília Bevilacqua.
Pesquisas a respeito do tema foram apresentadas durante o XXX ICA - Congresso Internacional de Audiologia. Realizado pela primeira vez no país, o evento reuniu os principais especialistas do mundo em audiologia. Entre os destaques do XXX ICA esteve a apresentação de soluções inovadoras e de baixo custo para o diagnóstico da perda auditiva, para futura implementação em países em desenvolvimento. Uma dessas novidades é o timpanômetro virtual, em estudo pela Brigham Young University de Utah, nos Estados Unidos. Esse dispositivo permite o diagnóstico a distância e, portanto, deixa o procedimento mais barato, permitindo sua utilização pela população de cidades mais carentes e distantes
Especialistas sugerem cuidados simples para evitar a perda de audição*
1. Mantenha sua carteira de vacinação em dia e lembre-se que todos os adultos devem se vacinar contra a rubéola;
2. Fique atento caso a criança peça para repetir uma pergunta muitas vezes ou se ela demonstrar dificuldade de entender a fal
3. Faça um teste audiológico pelo menos a cada 5 anos. Idosos e crianças com menos de 3 anos devem fazer um teste auditivo todos os anos
4.Evite locais muito ruidosos que exijam elevação do seu volume de voz;
5. Evite ouvir música em volume muito alto;
6. Use protetores auditivos sempre que frequentar ambientes com barulhos extremos (shows, festas, casas noturnas, estádios etc.);
7. Não durma com a TV ou rádio ligados;
8. Sempre que possível, descanse sua audição por 10 minutos num local mais silencioso;
9.Não pingue remédios ou fórmulas caseiras dentro do ouvido sem indicação médica;
10. Não utilize objetos pontiagudos como palitos, grampos e lápis para limpar a orelha. Eles podem machucar o tímpano. O cotonete deve ser usado para limpar somente a parte externa da orelha.
*Fonte: ABA - Academia Brasileira de Audiologia
O Serviço de Psicologia do Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, realizou uma pesquisa com profissionais em níveis de gerência e chefia para identificar quais os fatores mais frequentes do estresse. As psicólogas Mariana Guarize e Janaína Xavier de Andrade analisaram dados de 234 pessoas que haviam passado por um check-up recente e constataram que 50% dos homens e mulheres tinham níveis altos de estresse.
Observou-se que a idade média dos indivíduos é de 41 anos e que o alto índice de estresse se devia, em boa parte, às responsabilidades dos cargos que ocupam. O nível de autoridade do cargo, de habilidade específica e responsabilidades relativas a tomadas de decisão estão ligados à quantidade de trabalho levado para casa.
Das 234 pessoas avaliadas, 79% eram do sexo masculino e 21% do sexo feminino, em que 37% ocupam cargos de gerência e 35% possuíam profissões diversas. Dos sintomas provenientes do estresse, a ansiedade, com 75%, e a irritabilidade, presente em 51% dos casos, foram os sintomas com maior incidência.
O estudo verificou a presença de elementos estressores no ambiente profissional e avaliou o quanto as circunstâncias do cotidiano influenciavam a conduta do indivíduo.
Foram avaliados o estresse laboral, a possível relação entre estresse, idade, sexo e profissão e a influência dos agentes estressores nas relações pessoais e qualidade de vida dos estudados. Alguns dos sintomas trazidos pelo estresse são o cansaço, a irritabilidade, a tristeza e o isolamento.
A doença afeta grande parte da população mundial e suas causas estão diretamente ligadas ao cotidiano, como problemas no trabalho, questões domésticas e convívio social e familiar. De acordo com a psicóloga Silvia Cury, o estresse está relacionado a diversos fatores.
Características de personalidade, como perfeccionismo, elevada autoexigência e ligação com o trabalho também interferem na intensidade do estresse”, diz a especialista.
Identificação da doença requer cuidado
São Paulo. A identificação dos sintomas do estresse nem sempre é fácil, pois, muitas vezes, eles estão atrelados a problemas físicos como diabetes e hipertensão, dores de cabeça e problemas digestivos. “Cada vez mais os profissionais da área de psicologia estão inseridos na realização dos check-ups clínicos, com o objetivo de identificar, prevenir e tratar o estresse”, explica Silvia. Para a redução do estresse são necessários hábitos de vida saudáveis e, em alguns casos, um tratamento específico com psicólogos.
Como se prevenir
- Perceber o porquê da ansiedade
- Procurar respeitar os seus limites
- Não ser centralizador de tarefas ou decisões
- Tirar férias regularmente
- Não levar trabalho para casa
- Realizar atividades de lazer que proporcionem prazer
- Ter uma alimentação saudável
- Realizar atividade física
Fonte: Jornal O Tempo
O número de casos de síndrome de Guillain-Barré (SGB) depois da vacinação contra a gripe suína é menor que o esperado, segundo estudo divulgado ontem no Encontro Anual da Academia Americana de Neurologia. O resultado confirma pesquisas anteriores que demonstravam a segurança da vacina. A síndrome surge quando as defesas imunológicas atacam o sistema nervoso periférico. Os sintomas iniciais são formigamento e fraqueza. Pode evoluir para quadros de paralisia.
Temia-se a repetição do que aconteceu na campanha de imunização para a gripe H1N1 de 1976, quando o número de ocorrências da síndrome permitiu estabelecer uma relação direta entre a vacina e a doença.
Agora, o sistema de vigilância dos eventos adversos da vacina, nos Estados Unidos, mostrou que houve pouquíssimos casos de SGB, menos até do que o observado na imunização contra gripe sazonal, em 2009. Para dez milhões de doses da vacina contra gripe suína, houve 3,5 casos da SGB. No caso da influenza sazonal, houve 7,3 casos para um universo semelhante.
Fonte: Agência Estado
Em vista do Dia Mundial da Hemofilia, no sábado, e com o objetivo de conscientizar a população sobre as dificuldades causadas pela doença e chamar a atenção das autoridades para a necessidade de oferecer tratamento adequado aos pacientes, estão sendo organizados diversos eventos pelo País, cujas ações são iniciativas da Federação Brasileira de Hemofilia (FBH).
Em São Paulo, a FBH vai promover amanhã, no Hotel Ibis Congonhas, a partir das 16 horas, um encontro nacional dos líderes de associações de pacientes, a fim de debater a situação do tratamento atual para a doença no País e as perspectivas para o futuro.
O evento será coordenado pela presidente da FBH, Tânia Maria Onzi Pietrobelli, e contará com a presença de Sylvia Thomas, vice-presidente médica da federação, responsável pelo atendimento multidisciplinar do Hemocentro do Mato Grosso, e de Erich de Paula, hematologista da Unidade de Hemofilia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Fonte: Agência Estado
Por Profa. Adriana Cristina Soares de Souza, doutora em Farmacologia pela UFMG e professora de Farmacologia do Curso de Farmácia do Centro Universitário Newton Paiva
Como professora universitária tenho a oportunidade de conviver com adolescentes e estou assustada com o uso cada vez maior, e ás vezes indiscriminado, de antidepressivos nessa faixa etária. A depressão, principalmente a endógena, também chamada de depressão maior é uma doença que realmente necessita de tratamento farmacológico e psicoterápico. Porém, é preciso deixar claro que tristeza é diferente de depressão, estar profundamente triste, chorar, sentir frustração nem sempre é estar deprimido.
Em relação ao tratamento da depressão várias questões me preocupam, uma dessas está relacionada com a crescente participação de clínicos gerais na prescrição de antidepressivos. Não que o clínico geral ou um pediatra não possam prescrever antidepressivos para as crianças, adolescentes e adultos. A prática é corriqueira e legalmente aceita no Brasil e em outros países. A questão é se esses médicos realmente possuem as ferramentas necessárias para se fazer um diagnóstico e um ajuste de dosagem, o que muitas vezes pode levar a uma prescrição desnecessária e/ou uma dose incorreta de antidepressivos. Uma outra questão está relacionada com o tratamento, sendo feito apenas com o antidepressivo, que muitas vezes melhora os sintomas depressivos mas não trata a causa real da depressão, a qual será trabalhada na verdade com o acompanhamento psicoterápico. Por isso, muitas pessoas não conseguem parar de usar o antidepressivo.
Apesar dos avanços no tratamento farmacológico e a descoberta de novos fármacos, quando um medicamento é prescrito sempre deve ser feito a avaliação do benefício e dos efeitos colaterais desse medicamento. Em meados dos anos 80 e início dos anos 90 surgiram no mercado os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (fluoxetina, paroxetina) que logo substituíram a geração anterior de antidepressivos, os tricíclicos (amitriptilina, nortriptilina), na preferência de pacientes e médicos por apresentarem menos efeitos colaterais, como distúrbios cardiovasculares.
Contudo, o FDA - agência Norte Americana que regula a eficácia e segurança de medicamentos - e posteriormente a ANVISA divulgaram um alerta de saúde pública, chamando atenção para um aumento do risco de suicídio (pensamento ou comportamento suicida) em crianças e adolescentes que fizeram uso dessa nova classe de medicamentos. Até que ponto os inibidores seletivos da recaptação de serotonina são vantajosos em relação aos outros tipos de antidepressivos? Certamente não deveriam ser recomendados com a mesma segurança anterior, especialmente para pacientes jovens. No entanto o que me chama a atenção é que a maioria dos adolescentes que fazem uso de antidepressivos utilizam essa classe de medicamentos. Isso é uma prova de que esses medicamentos têm sido prescritos em demasia entre jovens e adolescentes, muitas vezes para tratar quadros de tristeza e ansiedade ditas fisiológicas ou que fazem parte do próprio crescimento e desafios humanos, para os quais o limite entre os riscos e os benefícios é incerto.
Em conclusão a banalização do uso de antidepressivos é uma realidade, o ser humano precisa entender que a tristeza é diferente de depressão. Tristeza ou alegria são sentimentos normais que fazem parte da vida e do nosso próprio amadurecimento, enquanto a depressão, corretamente diagnosticada, é uma doença séria e precisa ser tratada com responsabilidade.
Especialistas indicam as melhores formas de amenizar o ronco
Uma sinfonia nada agradável. Assim pode ser definido o ronco, que de acordo com a Associação Brasileira do Sono, pelo menos três em cada dez brasileiros sofrem com este mal. Essa ópera que persiste madrugada adentro causa cansaço ao acordar, dor de cabeça e irritabilidade ao longo do dia. O aumento de peso também pode causar o ronco, já que o acúmulo de gordura nos tecidos pode aumentar a obstrução das vias aéreas.
Para se evitar o ronco, especialistas indicam algumas medidas:
- Não coma em excesso e muito menos faça uso de bebida alcoólica antes de dormir.
- Tente dormir de preferência de barriga para cima. E, quem está acima do peso deve procurar orientação para emagrecer.
- Os aparelhos bucais que são colocados sobre os dentes provocam um leve avanço da mandíbula e modificam a posição da língua costumam ajudar. Na maioria das vezes o tratamento é feito por tempo indefinido.
O que é o ronco?
O ronco é causado por uma perda de tensão muscular na língua e no maxilar inferior, que ocorre quando se está dormindo profundamente ou sonhando. Por essa razão as pessoas têm tendência para roncar quando estão deitadas de costas, numa posição em que o maxilar tende a cair e a língua vai para trás.
Nos Estados Unidos, uma empresa farmacêutica está desenvolvendo uma que seria a primeira a tratar o problema. Um estudo, com homens e mulheres entre 30 a 65 anos, obteve como resultado a diminuição da taxa de ronco em 70%. Os participantes também perderam aproximadamente 10% do peso e apresentaram uma queda significativa da pressão arterial. No entanto, serão necessárias novas pesquisas para detectar se a novidade significa um avanço no combate à apneia do sono (quando a pessoa fica sem respirar por alguns segundos ao longo da noite).
Fonte: Portal Uai
Agora no outono, março, abril e maio de 2010, estamos assistindo aos veículos de comunicação nos informando sobre a vacinação contra o vírus da influenza. É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus influenza A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza, assim como a gripe comum, é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio de tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
Os sintomas podem iniciar no período de 3 a 7 dias após contato com esse novo subtipo do vírus e a ransmissão ocorre, principalmente, em locais fechados. Quase que completamente, não temos defesa contra o atual vírus H1N1, porque ele se assemelha ao vírus de 50 anos atrás. Assim, pessoas com menos de 50 anos de idade, podem estar mais suscetíveis à doença do que as pessoas com mais de 50 anos de idade.
Esse vírus atual tem grande capacidade de transmissão inter-humana, porém, não causa doença grave e tem baixa letalidade se bem tratada. A vacina não previne a H1N1 mas, reduz bem o risco das complicações. Como esse vírus tem grande capacidade de mutação, a grande preocupação agora dos profissionais de saúde é que não se sabe qual será o comportamento do vírus no inverno de 2010.
Cuidados gerais que devemos ter SEM FALTA:
- Lavar as mãos com água e sabão (até fazer espuma) SEMPRE QUE TOSSIR OU ESPIRRAR, depois de usar o banheiro, antes de comer, antes de tocar os olhos, boca e nariz;
- Ao tossir e espirrar, COBRIR A BOCA COM LENÇO DESCARTÁVEL.
- Utilizar álcool gel após lavar as mãos é sempre um cuidado a mais;
- Não compartilhar objetos de uso pessoal: toalhas, copos, etc.;
- Evitar ambientes fechados e com aglomeração de pessoas, principalmente quando estiver com gripes e resfriados;
- Manter os ambientes arejados, com ventilação e circulação de ar, mesmo em casa e no trabalho;
- Não se automedicar;
- Consumir alimentos ricos em nutrientes que ajudam na imunidade do organismo, como por exemplo vitamina C presente nas frutas cítricas e gengibre.
NÃO PENSE QUE SÓ "OS OUTROS" É QUE CORREM RISCO DE CONTRAIR O H1N1.
TODOS NÓS, EM NOSSAS CASAS, AMBIENTES DE TRABALHO E MEIOS SOCIAIS ESTAMOS SUJEITOS A CONTRAIR O VÍRUS E TRANSMITI-LO.
Colaboração: Dra Carolina Marques Oliboni - Nutricionista - CRN 21790 - carolina@nutricentro.com.br