Por que as pessoas comem demais?

por Imprensa Sinasa

O Dr. Arthur Kaufman fala sobre a luta contra os quilos a mais e quer saber: Você já parou para se perguntar se hoje é dia para engordar?

É claro que existem muitos e muitos motivos para se comer “demais”, embora o “demais” seja muito variável de pessoa pra pessoa e dependa também da situação que está sendo vivida por cada um. Por exemplo, se vai ao cinema dentro de um shopping, é bem possível que você seja daquelas pessoas que não vêem “nada demais” em comprar um saco de pipoca e um refrigerante antes de ver seu filme de ação. Parece tão inocente, não é verdade?

Pois é, só que aquele “inocente” saco de pipoca temperado com manteiga pode chegar a te custar até 1.700 calorias, fora o copão de refrigerante, que vai te custar umas 300. Ou seja, 2.000 calorias só em pipoca e refrigerante, e você ainda pretende ter um jantarzinho depois do filme. Será que é dia de engordar? 

O pior é que depois você vai explicar pra sua nutricionista, e também pra você mesmo(a) que mandou pra dentro “apenas” pipoca e refrigerante! Isso mostra como muitas vezes somos inocentes, ou desavisados, ou até mesmo ingênuos. 

As pessoas frequentemente pensam que para engordar é preciso comer feijoada, macarronada, churrascada... e outras “adas”. Mas não é bem assim. Às vezes, mesmo sem estar estressado você enfia o pé na jaca. Imagine, então, se estiver tenso, angustiado, nervoso!

Desde que viemos ao mundo fomos educados e acostumados a nos aliviar do estresse comendo coisas gostosas. Claro, você não vai se acalmar comendo um pratão de agrião ou de rúcula. A nutricionista até diz: “Se estiver com muita fome à noite, coma uma cenoura”. Cenoura? Não sou coelho! Eu vou é comer bolo, talvez bolo de cenoura. Aí sim vou me acalmar. Afinal de contas eu já percebi como os doces me dão tranqüilidade e paz de espírito. 

Sempre foi assim! Em todas as comemorações da minha vida tinha empadinha, croquetinho, pastelzinho... tudo no diminutivo (portanto com poucas calorias), fora o brigadeiro, a língua de sogra, o beijinho... como é que comidinhas com esses nomes tão engraçados podem me fazer mal. 

Os médicos e os nutricionistas são mesmo uns chatos, ficam só me proibindo as coisas gostosas e me mandando comer cenoura. Tenha paciência! Isso se não me mandam também fazer ginástica. Que horror! Ginástica nesse frio? Não é melhor comer fondue?

Pois é, minha gente, agora é o médico falando: nada é proibido (a não ser que você mesmo se proíba). A grande arte é ser moderado, controlando o tamanho das porções, controlando o horário da ingestão e prestando atenção às combinações alimentares que você está fazendo. Por exemplo, que tal no restaurante dispensar o couvert? Além de a conta sair bem mais barata, você se livra daquele excesso de pães, cremes, patês, azeitonas e outras “coisitas”, todas elas muito engordativas. 

Que tal pensar se aquele prato que você pretende pedir é realmente o mais adequado pra você naquele dia, naquela hora, com aquela companhia que está jantando com você.

Que tal pensar se é aquilo mesmo que vai te fazer bem ou se você está apenas querendo se empanturrar pra esquecer as dores ou decepções que você teve naquele dia. Um cardápio equilibrado é um dos fatores de sucesso quando se quer manutenção de peso. 

Outro fator é a prática de atividades físicas: o exercício que você quiser, o exercício que você gostar (tem que gostar de pelo menos um).

E o terceiro fator é o equilíbrio emocional: comer pra viver, e não viver pra comer!

 

Procure o seu médico nutricionista para lhe receitar uma dieta ideal para você emagrecer comendo de forma saudável e segura!

 

Fonte: Dr. Arthur Kaufmam – Docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e coordenador da disciplina de graduação “Psicologia Médica”. Mestre e Doutor em Psiquiatria pela FMUSP. Coordenador do Programa de Atendimento ao Obeso (PRATO) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP.

 

Novidades Sinasa - Boletim Informativo

por Imprensa Sinasa

Novos Credenciados

Age Mais (*Promoção do Mês*)
Situada na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, no Ibirapuera, a clínica oferece um fantástico universo voltado ao público da maturidade. Além de consultas com especialistas na área de geriatria, nutrição e fisioterapia, o espaço ofereceaulas de dança, ginástica, artesanato, saúde espiritual, biopilates, condicionamento físico e muito mais.

O associado Sinasa terá acesso a Consultas Geriátricas porR$ 84,00, Fisioterápicas e Nutricionais por R$ 25,00.

Para celebrar a união, A Age está oferecendo 500 avaliações físicas completas grátis* aos primeiros associados que agendarem sua consulta na central de atendimentodo Sinasa. Cada avaliação é composta por consultas de geriatria, nutrição,fisioterapia e psicologia.

*Válido apenas para pessoas acima de 50 anos.

Hospital São Rafael
Nova parceria com o Hospital São Rafael, localizado no bairro Paraíso,beneficia cliente Sinasa. A entidade foi credenciada para Cirurgia Plástica econta ainda com uma excelente estrutura de hotelaria, que contribui para aexcelente qualidade no atendimento aos nossos associados.

Instituto dos Olhos
A Clínica de Olhos Dr. Moacir Cunha e o Instituto dos Olhos, são clínicasrenomadas no bairro do Itaim. O Instituto atua com atendimento ambulatorial, cirurgias e exames complementares.

Clientes Sinasa pagam apenas R$ 40,00 nas consultas deAvaliação Clínica (Anamnese), Refração, Inspeção, Exame de pupilas, AcuidadeVisual, Fundoscopia (todas), Exame sumário da motilidade ocular e do sensocromático, teste e adaptação de Lentes de contato – Bino), além de excelentespacotes em oftalmologia (inclusive cirurgias).

Entre em contato com a nossa central de atendimento parasaber mais informações!

Laboratório PasteurAnálises Clínicas
Atenção Baixada Santista! Agora você poderá realizar seus exames nas unidadesde Santos, São Vicente, Praia Grande e Bertioga do Laboratório Pasteur. Saibamais em nossa central de atendimento.

Clínica de fraturasPedro de Toledo
Situada nas proximidades do metrô Santa Cruz, a Clínica de Fraturas Pedro deToledo é especializada em ortopedia e traumatologia e atua nas áreas de coluna,ombro, cotovelo, mão, punho, quadril, joelho, tornozelo, pé e medicina doesporte, oferecendo serviços de Raio X e fisioterapia. O associado Sinasa faráconsultas a partir de R$42,00 e sessões de
 fisioterapia por R$ 20,00.Os demais procedimentos também possuem valores atrativos. Consulte-nos!

Clínica Clean Health
Medicina e Odontologia. (Vila Nova Conceição).

CEO
Ortopedia (Vila Mariana).

AMO SP
Ortopedia e Assistência Médica (Metrô Guilhermina Esperança e Metrô Ana Rosa).

Clínica Paris
Cirurgia Pediátrica, Uropediatria, Alergologia Adulto e Infantil, NefrologiaPediátrica, Gastroenterologia, cirurgia geral, Coloproctologia e cirurgiaPlástica. (Tatuapé).

Uniclin
Fisioterapia (Osasco).

 

Renegociações

Parceiros que tiveram seus valores renegociados no ultimo mês e agora estão ainda mais baratos para o cliente Sinasa!

Centro Médico Master
Oftalmologia e Odontologia

Clínica Despertar
Ginecologia, Dermatologia e Endocrinologia. (Drenagem Linfática Botox, Massagem relaxante, tratamento de manchas, hidratação de pés e mãos.

Laboratório Campana

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Entrevista com o presidente do Sinasa

por Imprensa Sinasa

Sinasa mira beneficiários dos planos de saúde

Com a meta de conquistar clientes insatisfeitos com os planos de saúde tradicionais, o Sistema independente de Saúde (Sinasa) mira no mercado que até março totalizava 43,1 milhões de beneficiários de planos de saúde e encerrou o ano passado comum faturamento de R$ 65,28 bilhões. Os dados são da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A estratégia adotada é uma nova modalidade de saúde privada em que o paciente paga uma anuidade ao Sinasa e um valor menor pelas consultas diretamente ao médico ou ao hospital, seguindo uma tabela do setor.

Criada em 2004 com o apoio da Associação Paulista de Medicina, a empresa é controlada pelo BMG, um dos maiores grupos financeiros do País,e totaliza 40 mil associados cadastrados. A empresa tem 2,5mil médicos cadastrados e cobra anuidade. O paciente paga ao médico o valor do piso da categoria, que, segundo a Sinasa, é de R$ 42. Para falar sobre estes e outros assuntos, o programa “Panorama do Brasil” traz uma entrevista com José Humberto Affonseca, presidente do Sinasa. Parceria do DCI com a emissora TVB e com a rádio Nova Brasil FM,foi apresentado pelo jornalista Roberto Müller e teve a participação de Milton Paes, da rádio Nova Brasil FM, e de Camila Abud, editora de Serviços, de Comércio e do Caderno São Paulo do DCI.

Roberto Müller: Por que o Sinasa irá revolucionar o sistema de saúde?
Humberto Affonseca: Quando criamos o Sinasa,pensávamos muito no modelo de saúde vivida no País. Até 1998, os planos trabalhavam sem nenhum tipo de regulamentação no Brasil.Cada um  tinha um modelo de contrato de prestação de serviço, cada empresa propunha um serviço para o mercado. Naquele ano, a Lei 9.656 regulamentou os planos de saúde em todos os tipos de atividade. A ANS foi criada nessa época para regulamentar os planos de saúde. Ela dizia o seguinte: “Nenhum plano de saúde pode trabalhar sem ter qualquer cobertura, tem de ter todas”. Isso era muito bom para o usuário,mas, por outro lado, um plano de saúde que custava em média R$ 400, passou a custar R$ 700. Isso limitou grande parte o acesso da população a um plano. A partir daí, passamos a ver planos antigos e novos. O primeiro tinha cobertura total e o segundo, não. As empresas  seguradoras, que têm de trabalhar sempre em um processo atuarial, têm de ter um limite em um contrato de seguro,pararam de trabalhar para a pessoa física e passaram a priorizar a pessoa jurídica. E o mercado mudou,caiu muito.Hoje, a grande maioria está em plano de pessoa jurídica.Então como faz um aposentado, aquele cara que trabalhou a vida inteira em algum lugar e tinha o plano de saúde da empresa? Aos 65 anos, o custo do plano de saúde está por volta de R$ 700 ou mais, e ele ganha por volta de R$ 800, que é o preço de uma aposentadoria média no Brasil. Dos22 milhões de pessoas aposentadas no Brasil, cerca de 70% não têm plano de saúde. Há pouco tempo fez 50 anos que o Brasil ganhou a Copado Mundo. Dos 22 jogadores que ganharam a Copa, 17 foram ao presidente Lula pedir plano de saúde.Eles, que eram heróis do País e trouxeram a maior alegria, não tinham plano de saúde.

Milton Paes: As pessoas com mais de 65 anos não são interessantes para os planos de saúde porque usam mais o sistema, e a filosofia dos planos é usar o menos possível. Qual o diferencial do Sinasa dentro desse contexto dos planos?
Humberto Affonseca: No plano de saúde,você paga para ter uma cobertura e paga uma mensalidade, usando ou não. Logo,quanto menos você usar,melhor é para o plano de saúde, e isso é incoerente. No Sinasa é justamente o contrário. Eu sei que o médico quer ter uma relação direta com o seu paciente, até por uma questão ética. O Sinasa não é um intermediário. Eu indico um médico para o paciente,e o paciente paga diretamente a ele. Se o médico mandar fazer um exame, ele o faz, e quanto mais pessoas usarem eu fico feliz, porque o meu serviço está sendo bem feito. Com isso, eu não estou perdendo nem um tostão. O médico está muito feliz porque está atendendo mais pessoas e ganhando mais, o laboratório está feliz porque está prestando serviço direto para o cliente dele e quem está pagando é esse cliente.

Roberto Müller: Qual é a mágica?
Humberto Affonseca: Você faz com que as pessoas paguem direto para todo mundo e todos ficam felizes.Eu não preciso constranger o meu cliente por ele estar usando mais ou menos o plano de saúde, cada um administra a sua conta.

Milton Paes: Se o paciente vai ao médico particular hoje, e não tem Sinasa, nem plano de assistência médica, ele pagará R$150 por uma consulta. Sendo associado da Sinasa, ele pagaria um valor muito menor que o particular. Já o plano de saúde paga ao médico, mas leva dois meses. Explique isso.
Humberto Affonseca: Hoje, 97%dos médicos do Brasil dependem dos planos de saúde para viver porque a grande maioria das pessoas que vão a um médico particular usa um plano de saúde. Em 50 consultas, 3 ou 4 são particulares. Aquelas que ainda não são clientes de planos de saúde poderiam usar um sistema igual ao Sinasa, ao invés de pagar R$400 por mês. E colocariam o dinheiro na poupança. E quando fossem ao médico a cada três ou quatro meses, pagariam R$42 por mês, que é o piso do que cobramos.

Camila Abud: Mas para ser associado ao sistema do Sinasa, paga-se uma anuidade?
Humberto Affonseca: Sim, que equivale a um mês de plano médico. Você paga R$ 396 por ano e tem acesso à agenda do médico, com a qual se escolhe o tipo de especialista, pela internet ou por telefone. É possível saber se ele tem um título de especialista, onde se formou e quanto tempo tem de formação. É um parâmetro para você escolher um médico. Depois disso,o paciente pode ligar para a nossa central ou acessar o nosso site e marcar uma consulta. Ao chegar no médico,você paga os R$
42paraomédico, que é o piso,e 85% dos médicos cobram esse valor.

Camila Abud: Atualmente quantos médicos estão cadastrados e quantos clientes o Sinasa tem?
Humberto Affonseca: São 2,5 mil os médicos e mais ou menos 40 mil os clientes cadastrados no sistema. Percebemos que aqueles dogmas estão começando a ser derrubados. Todo mundo compra plano de saúde por causa do hospital e por causa do grande risco. Hoje uma conta hospitalar pode quebrar uma família, não podemos mentir, mas a grande maioria faz procedimentos de baixo risco. O filho passa mal à noite,fica duas horas no hospital, faz exames, e vai embora para casa. Noventa por cento das pessoas que procuram um pronto-socorro fazem um exame ou uma consulta e vão embora para casa. O Sinasa fez uma parceria com a Bandeirantes Transportes Emergenciais (BEM), que atende 24 horas por dia com um médico ao telefone. Este mês, por exemplo, minha mãe teve labirintite e ligou para o BEM. Um médico atendeu e foi vendo qual a gravidade do assunto, se precisava mandar um médico. Vieram dois paramédicos em ambulância com unidade de tratamento intensivo (UTI) completa. Foram feitos todos os exames para saber se era algo grave. Por fim, ela ficou em casa, porque não precisava ser levada a hospital. Uma senhora de 80 anos de idade levada ao hospital ficaria dez dias internada para fazer exames; e, pelos exames realizados na hora com a ambulância, viram que era labirintite, não precisava de hospital.É assim com89%dos nossos clientes que procuram um hospital: eles ligam, o médico atende, vai à casa da pessoa e resolve o problema.

Roberto Müller: A maioria dos médicos atende através de convênios médicos e planos de saúde. Eles obtêm mais lucro, se possuírem a parceria da Sinasa, do que teriam do convênio com os maiores planos do Brasil? Quanto os planos pagam atualmente?
Humberto Affonseca: Na verdade, o mercado é livre. Cada plano de saúde paga conforme a negociação realizada com os médicos credenciados. Os convênios pagam de R$ 20 até mais de R$ 40 reais nos planos médios. Existem planos de primeira linha, de alto nível, que pagam até R$ 150 reais, mas isso é o topo da linha. A grande maioria paga o valor médio, e com isso eles têm um prazo para efetuar esse pagamento, que demora em torno de dois meses. Por fim, o que existe é o seguinte: quando o médicos e forma,faz uma série de juramentos importantes e entre eles destaco o que diz que não é permitido se ater a interferências entre médico e paciente. Esse regulamento está diretamente ligado à filosofia da Sinasa,que também não interfere na relação entre médico e paciente, pois não paga a conta, então o paciente tem o direito de escolher seu médico, quem irá atendê-lo, quem irá realizar uma cirurgia. Todos têm direito de saber quando o médico se formou, em que universidade, qual título de especialista possui. O cliente escolhe o profissional que melhor lhe agrada e paga diretamente a ele.

Camila Abud: Para a classe médica é importante essa parceria, pois o profissional recebe na hora a consulta do cliente, que por sua vez tem uma economia e uma segurança não habituais. O consumidor também recebe um atendimento mais rápido se comparado ao de um convênio, que em alguns casos chega a marcar uma consulta com intervalo de 3 a 4 meses; sem contar a espera do paciente até que o plano de saúde a aprove. O Sinasa atrai empresas interessadas em parcerias?
Humberto Affonseca: Esta é uma relação muito interessante. Quando me referi à lei para a pessoa física, ela possui uma série de coberturas. Quando falamos de pessoas jurídicas, não existe essa  determinação, mas sim um acordo entre as empresas.Atualmente, a grande maioria das empresas operadoras de saúde, que englobam asseguradoras de saúde e os próprios planos, trabalham da seguinte forma: com pequenas, médias e grandes empresas, propõem-se a atender os funcionários da empresa. Com isso, a empresa passa a operadora da faixa etária de seus subordinados, e com base
nisso é determinado o valor por vida. E caso ocorra uma alteração na utilização, quem paga a conta? Vou citar um exemplo: uma empresa possui 100 funcionários, para cada um é pago o valor de R$ 100. Além disso, existe uma cobrança chamada taxa de sinistralidade, que a operadora obriga o empresário a pagar. Isso significa que, caso a empresa utilize mais de 70% do total pago, ela irá arcar com os custos acima disso. Então, o responsável pela conta é a empresa contratante, que,mesmo senão usar os R$ 100, ainda assim pagará o valor total. No Sinasa a história é diferente: se a empresa utilizar R$ 70 reais ela paga só isso, não os R$ 100. E se ultrapassar, ela paga o que consumir. Isso é mais justo, pois não ganhamos na utilização.

O nosso serviço é um sistema independente e único,em que oferecemos a ele um software no qual é possível colocar todos os agendamentos de seus funcionários, consegue acompanhar quem está
marcando uma consulta e, com isso, reduz uma série de problemas na empresa, pagando um valor justo. Portanto,não ganhamos um percentual sobre a utilização, ganhamos uma anuidade.

Camila Abud: Mas não faz parte de uma cultura a questão de convênios médicos? Essa é a maior barreira que vocês têm de enfrentar? Isso em relação ao cliente, não aos médicos.
Humberto Affonseca: Essa é a nossa maior barreira,é um paradigma. Nos últimos 40 anos, as empresas de planos de saúde foram os maiores anunciantes do Brasil. Comentava-se: “Um dia na UTI é um ano no plano de saúde, faça ainda hoje o seu”. Vendeu-se a idéia, aos brasileiros, de que era fundamental ter um plano. Todos os meios de comunicação estavam abarrotados de anúncios de planos de saúde, com helicópteros e apartamentos modernos. Mas quantas pessoas usaram os helicópteros? Menos de 0,1%, de um milhão de usuários. Logo, nestes quarenta anos, todo mundo comprava com base nas propagandas. Por isso desenvolvemos um negócio diferente e democratizamos esse serviço, demos uma opção para o cliente escolher. Nos hospitais, a história é a mesma. Eles trabalham com um número muito grande de pacientes com plano de saúde, por isso, quando recebem um cliente particular, não sabem como atendê-lo. Na grande maioria dos casos, quem paga a conta é o plano. Isso ficou conhecido como cheque em branco, pois chega um indivíduo no hospital com certa urgência e tudo que for preciso usar para curá-lo será disponibilizado. Entretanto, o plano de saúde fará uma auditoria para verificar os custos sobre aquela conta, o que é uma ação normal. No Sinasa, isso é um pouco diferente, nós não fazemos nenhum procedimento de emergência no hospital, apenas indicamos o procedimento eletivo, que representa 75% dos apartamentos em hospitais do Brasil. Ou melhor, você vai ao médico e descobre que está com um problema e ele sugere uma cirurgia. Você liga para o Sinasa, que lhe recomendará os hospitais que fazem a cirurgia necessária. Isso é um procedimento eletivo. Um outro exemplo: caso o paciente precise realizar um parto na cidade de São Paulo, o valor ficaria por volta de R$ 5 mil. No particular, ficaria mais ou menos o dobro desse valor. Mas, se o problema for pedra no rim, no Sinasa você pagaria R$ 3,2mil, e por conta própria é o dobro disso.Então o paciente tem a opção de mais de mil procedimentos eletivos, que o nosso cliente paga direto ao hospital.

Camila Abud: Você tem alguns índices do setor médico em relação a internações, ou quantos exames são realizados anualmente, o valor gasto e a comparação entre os planos médicos e o Sinasa?
Humberto Affonseca: A Agência Nacional de Saúde é que organiza todos esses números aqui no Brasil. Segundo ela, 5,7 das consultas realizadas pelo brasileiro por ano são feitas através dos planos de saúde, além de oito exames e uma internação a cada dez anos. Esta é a média de uso. Dos nossos 40 mil usuários, a média de uso é de 1,5 consulta por ano, porque existe o fator inibidor que é o pagamento da consulta. Os planos estão sendo penalizados pelo fato de o brasileiro achar que não paga nada pela consulta porque existe o uso indevido.Se compararmos,há 10 anos, faziam-se 2 ou 3 consultas por ano, agora esse número subiu para quase seis. Como no Sinasa você só paga os R$ 42, fechamos com esse numero de 1,5por ano.Portanto, se hoje uma pessoa guardasse R$ 200 por mês, que é o valor que se paga em um plano de saúde, e colocasse em uma aplicação de1% ao mês, ela teria, ao final de um ano, R$ 1,9 mil. Em 30 anos esse número saltaria para R$ 2,8 milhões. Não conheço ninguém que tenha R$ 2,8 milhões guardados em um banco para usar com a saúde. Logo, a proposta não é solucionar os problemas do universo, mas oferecer uma alternativa inteligente, em que a pessoa tem o direito de escolher.

Fonte: Jornal DCI
www.dci.com.br

Previna-se! Dias frios aumentam o risco de infarto

por Imprensa Sinasa
Não são só as doenças respiratórias que aumentam no inverno. Os riscos de ter síndromes coronarianas agudas (infarto agudo do miocárdio ou angina instável) durante os meses de frio intenso são mais elevados que no verão, principalmente quando a temperatura é inferior a 10 graus centigrados.

De acordo com o médico cardiologista Reginaldo Cipullo, o ataque cardíaco ocorre quando existe exposição prolongada ao frio provocando constrição dos vasos sanguineos e elevação da pressão arterial. "O frio causa alterações no organismo aumentando a atividade do sistema nervoso simpático o que pode desencadear as sindromes coronarianas agudas", explica.

Outro fator que influencia para o crescimento no número de infartos nesta epoca são as infecções respiratórias que aumentam nesta época do ano, alguns microorganismos podem levar a uma estabilização da doença coronária pré-existente. "As inflamações resultantes desses quadros infecciosos podem contribuir para o rompimento de placas ateroscleróticas nas pré-existentes nas coronárias causando novos casos de síndrome coronariana aguda", ressalta.

Pessoas com histórico de doenças cardiovasculares, diabéticos e idosos fazem parte do grupo de risco e precisam tomar cuidado o ano todo mantendo o controle da hipertensão arterial e lipides, além de evitar o tabagismo e realizar atividade física regularmente. Indivíduos que não estejam no grupo de risco devem também controlar seus fatores de risco para ter uma vida longa e saudável. 

Esteja em dia com a sua saúde, consulte o seu médico e faça exames frequentemente!

Fonte: JB Online

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Sinasa estabelece aliança com a Age Mais e quem ganha é você!

por Imprensa Sinasa

O Sinasa, sistema independente de saúde, acaba de anunciar uma grande parceria com a Age mais, que irá oferecer diversos serviços com valores especiais para todos os seus associados. A Age mais é uma clínica geriátrica especializada que oferece uma série de serviços inovadores e diversificados aos seus clientes, atendendo com altíssima qualidade ao público da maturidade.

Situada na Avenida Brigadeiro Luis Antônio, no Ibirapuera, a clínica oferece uma excelente e completa infra-estrutura, propiciando uma surpreendente variedade de opções e muito conforto aos seu clientes.

Com arquitetura moderna, seu espaço inclui auditório multimídia para mais de 100 pessoas, sala de informática, sala de atividades físicas, atelier, cozinha gourmet, salas de oficinas e aulas, consultórios, praça e jardim de convivência com lanchonete.“Não adianta viver mais, tem que se viver melhor”. É com este lema que a Age Mais oferece uma infinidade de serviços voltadas à cultura, ao lazer e à saúde, que ajudam a desenvolver e exercitar conhecimentos e habilidades.

Além de consultas com especialistas na área de geriatria, nutrição e fisioterapia, o espaço oferece aulas de dança, ginástica, artesanato, saúde espiritual, biopilates, condicionamento físico e muito mais.O que antes era acessível somente a públicos com alto poder aquisitivo agora será disponibilizado com grande economia:  Uma consulta geriátrica, que custa em média R$300 para o atendimento particular, será disponibilizado por apenas R$84,00; Já a consulta com nutricionista e fisioterapeuta especializados em terceira idade, que normalmente custaria cerca de R$150,00 cada, será oferecido por apenas R$25,00. (valores exclusivos para clientes Sinasa).

E não para por aí! Para celebrar a grandiosa união, a Age Mais estará oferecendo Avaliações físicas, avaliadas em R$400, totalmente gratis para os primeiros 500 associados que ligarem e agendarem seu atendimento na central de atendimento do Sinasa. Cada avaliação é composta por um conjunto de consultas abrangendo geriatria, nutrição, fisioterapia e psicologia, que resultarão em uma análise completa e criteriosa. O paciente receberá um relatório comentado, que poderá ser utilizado por seu médico particular, auxiliando-o em seu parecer.  A promoção é válida apenas para associados Sinasa com mais de 50 anos.

As avaliações podem ser agendadas através da central de atendimento Sinasa, pelo telefone (11) 3188-4499 ou através do nosso site, na área de clientes.

Ligue agora mesmo e marque sua consulta!

Controlar a pressão arterial no período da manhã é crucial para prevenir o ataque cardíaco

por Imprensa Sinasa
Pacientes devem ficar atentos ao controle da pressão arterial, especialmente nas primeiras horas do dia, já que a incidência do infarto do miocárdio (ataque cardíaco) pela manhã é até três vezes superior que o período noturno.

Um alerta aos hipertensos e potenciais vítimas de distúrbios cardiovasculares: controlar a pressão arterial, especialmente no período da manhã é mais que necessário, pode ser determinante para a sobrevivência. É o que sinalizam os mais recentes estudos científicos em todo o mundo, que chegaram à conclusão de que o pico de incidência de eventos cardiovasculares está associado à elevação da pressão arterial que ocorre ao despertar e ao iniciar as atividades do dia.

Conhecido no universo acadêmico como elevação matinal da pressão arterial, este tipo de evento pode ser fatal para o hipertenso. Cerca de 85% das vítimas de derrame sofrem de pressão alta; entre as vítimas de infarto do miocárdio, de 40% a 60% têm hipertensão associada. Outros distúrbios mais frequentes relacionados a pacientes hipertensos são a isquemia miocárdica e a morte súbita de origem cardiovascular, que tem vitimado um número cada vez maior de pessoas com perfis diversos – inclusive jovens e atletas.

Estudos evidenciam que a mortalidade por doença cardíaca isquêmica (obstruções nas artérias do coração por placas de gordura) são muito mais elevadas entre 8 e 12h. Para o cardiologista Otávio Rizzi Coelho, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp (São Paulo), tratar a hipertensão pode reduzir em 40% as chances de morte por derrame cerebral e em 20% por infarto do miocárdio. “O medicamento ideal para controlar a hipertensão é o que permite a manutenção da pressão ao longo de 24 horas em níveis adequados, protegendo o paciente durante todo o dia, inclusive nas primeiras horas da manhã”, afirma o especialista, ressaltando ainda que evitar a ocorrência do derrame cerebral é um dos principais benefícios do tratamento.

A incidência do infarto do miocárdio (IAM) pela manhã, com pico em torno das 9 horas, é três vezes superior à incidência no período noturno, segundo pesquisadores. Estudos sobre a ocorrência de morte súbita revelam a incidência crescente deste evento após as 3 horas da manhã, com pico às 9 horas, decrescendo depois das 15 horas.

Fonte: Boehringer Ingelheim do Brasil

Check-up: valorize sua vida

por Imprensa Sinasa
Os avanços da Medicina e da tecnologia vêm permitindo o diagnóstico precoce de uma série de doenças. Monitorar nosso organismo é a forma mais eficaz de ter uma vida saudável e combater patologias que começam a se instalar no corpo. Foi por este motivo que, a partir da década de 1980, os programas de check-up tornaram-se comuns em Medicina Preventiva.

O check-up não representa mais o isolamento durante todo o dia, exigindo até mesmo a internação. Atualmente, é possível realizar um programa completo em apenas uma manhã. Esta é a proposta do Check up viValle, hospital que faz parte da rede Sinasa. Ele oferece diagnóstico médico adequado às características e necessidades de cada cliente.

No Check up viValle são avaliados os riscos à saúde, levando-se em consideração fatores genéticos e hábitos de vida, permitindo com que o cliente, orientado por uma equipe multidisciplinar altamente qualificada, possa tomar atitudes em prol de sua saúde. Além de equipe especializada, formada por profissionais de diversas áreas, os clientes do Check up viValle contam ainda com uma estrutura completa, que alia o conceito de hotelaria à mais avançada tecnologia médica.

Fonte: Hospital viValle

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Hermes Pardini amplia serviços de diagnóstico de imagem

por Imprensa Sinasa

Exames de ressonância magnética agora são realizados também aos domingos

Para maior comodidade dos seus clientes, o serviço de Imagem do Hermes Pardini - que faz parte da rede credenciada do Sinasa - está oferecendo agora a opção de realização de exames de Ressonância Magnética também aos domingos, na unidade Lifecenter, em Belo Horizonte (MG). Esta alternativa tem como objetivo atender a demanda dos clientes que possuem tempo restrito durante a semana.

Pioneirismo, inovação e tecnologia


Além da preocupação com a comodidade dos clientes, o serviço de imagem do Hermes Pardini possui como uma de suas características principais o in
vestimento constante em inovação e tecnologia. São equipamentos modernos de Ressonância 3 Tesla e PET-CT - este último revolucionário no diagnóstico e tratamento das enfermidades oncológicas. Além disso, o laboratório é dotado do sistema PACS/ RIS,  composto de uma rede de computadores especiais interligados, que permite apresentar, armazenar, recuperar e distribuir imagens de diversas unidades.

Mais informações no site http://www2.hermespardini.com.br/web/guest/sala-de-imprensa.

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Remédio para osteoporose reduz em 38% risco de câncer de mama, diz estudo

por Imprensa Sinasa

Um remédio para combater a osteoporose reduz em 38%, sem efeitos colaterais graves, o risco de contração de câncer de mama por mulheres com um alto percentual de possibilidade de sofrer da doença, segundo pesquisas.

O autor do estudo, Victor Vogel, apresentou hoje em Washington, na conferência anual da Associação de Pesquisa de Câncer, os resultados sobre o remédio "raxoline", também conhecido como "Evista", segundo o diário americano "USA Today".

T
anto esse remédio como o "tamoxifen" foram aprovados anteriormente para combater o câncer de mama, mas poucos médicos o recomendaram e poucas mulheres o tomaram por temerem seus possíveis efeitos colaterais.

O grande problema é que o "tamoxifen" reduz em 50% as possibilidades de contrair câncer de mama, mas duplica o risco de câncer de endométrio, o tipo de câncer uterino mais comum, segundo o Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos.

Por outro lado, o novo estudo demonstra que o outro remédio, o "raxoline", não aumenta o risco e, por isso, especialistas consideram que poderia a
judar a diminuir as preocupações de médicos e mulheres sobre efeitos secundários.

O "raxoline", segundo Vogel, "não é uma cura, mas é uma importante proteção para aquelas mulheres com um alto risco" de sofrer câncer de mama.

Fonte: Agência EFE
 

viValle preocupado com o meio ambiente

por Imprensa Sinasa

O Hospital viValle, que faz parte da rede credenciada do Sinasa, tem uma preocupação constante na preservação do meio ambiente. Por este motivo adota uma série de medidas consideradas verdes. O novo projeto, que já está em andamento, é a substituição em etapas da iluminação do hospital por lâmpadas de LED, que além de durar mais economizam energia. Uma lâmpada LED consome 80% menos energia se comparada a uma lâmpada incandescente.

Além disso, o viValle possui um Plano de Gerenciamento de Resíduos, que engloba ações de tratamento de resíduos químicos, acondicionamento e destinação adequada para materiais cortantes e contaminados, reciclagem, entre outros. O viValle tem ainda sistema de aquecimento solar, que supre 40% da necessidade de água quente de todo o Hospital. Já está em estudo a ampliação deste sistema, que irá reduzir ainda mais o uso da energia elétrica para este fim.

O pavimento externo também segue a linha ecológica, já que é todo feito com bloquetes intercalados, que não impermeabilizam o solo, facilitando que a água da chuva volte para o lençol freático.

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